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sábado, 28 de setembro de 2013

6. A Juventude não é somente uma época da vida, mas também, mudança na politica social e econômica-financeira de um povo

É visto por todos e para todos, especialmente no Brasil, nos últimos meses que a JUVENTUDE fez e faz "transformações na sociedade".

Foram milhares que mostraram a "cara" e demonstraram a insatisfação perante as políticas públicas direcionadas a sociedade brasileira.

Várias foram as conquistas e muitas estão por vir.

Os representantes perceberam que não pode fazer o que bem queira, mas o que os representam, pois a estes que devem obrigações.

Foi instituído o ESTATUTO DA JUVENTUDE no qual trata de alguns direitos "dos jovens dos 15 aos 29 anos", que foi a LEI Nº 12.852, DE 5 DE AGOSTO DE 2013.

É fato também que a juventude em busca de uma estabilidade "está adentrando ao serviço público", muitos antes de adentrar a um Ensino Superior. Para alguns profissionais dizem que isso causa decadência no serviço público. Estes ainda falam que estes jovens estão entrando no serviço público sem a devida VOCAÇÃO, e com isso, aquele seu primeiro trabalho, no serviço público, não será o único. No entanto, a LIBERDADE é uma expressão de livre escolha a todo o ser humano.

No entanto, cabe à Administração Pública CAPACITAR e VALORIZAR este novo servidor e recepcioná-lo como uma verdadeira "prata" com o objetivo de satisfazer as necessidades no Serviço Público, pois a verdade é que estes jovens tem BASTANTE ENERGIA e Disposição. O que basta é capacitá-los e recepcioná-los como verdadeiros competentes de sua meritude na aprovação para aquele cargo.

Veja algumas informações trazidas pelo site Jus Brasil:

Juventude invade o Setor Público

O funcionalismo público rejuvenesceu como nunca na última década. De 2003 para cá, a idade média dos servidores do Executivo na ativa despencou de 56 para 46 anos. A queda livre - média de um ano por ano - reflete uma cultura em que o primeiro emprego tem nome: estabilidade. Hipnotizados pela promessa de ganharem bem, não serem explorados e terem uma carga horária muito bem definida, milhares de jovens têm ignorado qualquer outra possibilidade que não seja trabalhar para o Estado, escasseando a oferta de mão obra estratégica para o crescimento econômico do país.

Levantamento feito pelo Correio com base nos boletins estatísticos de pessoal do Ministério do Planejamento confirma a invasão jovem nas repartições. Em 10 anos, o número de servidores com até 30 anos de idade quase triplicou, pulando de 26,4 mil para 71,9 mil, uma variação de 171%. A proporção desse grupo no universo de funcionários públicos, no mesmo período, cresceu de 5,8% para 13,5%, enquanto a faixa etária entre 40 e 50 anos apresentou redução de 44,6% para 22,5% (veja arte).

O caminho dos bancos escolares direto para ministérios, autarquias ou agências reguladoras acirra o conflito entre gerações e reacende o debate em torno da produtividade no funcionalismo. Em tese, os jovens deveriam dar novo gás ao ambiente de trabalho e acelerar o esperado choque de gestão na máquina pública. Mas a nomeação antes de qualquer outra experiência profissional e com foco somente na estabilidade aumenta - e muito - a possibilidade de frustração dos mais novos e de baixa produtividade nos serviços públicos, alertam especialistas.

A aprovação precoce, sublinha o economista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Nelson Marconi, leva boa parte desses concursados a mergulhar numa lógica prejudicial a eles mesmos e ao funcionamento do Estado. "Se topam qualquer área por causa da estabilidade e do salário, são grandes as chances de ficarem desmotivados ou pulando de galho em galho", detalha Marconi, também consultor de recursos humanos e gestão pública.

Entre 2003 e 2013, a proporção de aprovados para órgãos do Executivo sem nível superior - ou seja, da escola direto para o serviço público - recuou de 28,5% para 26,44%. Porém, em números absolutos, houve um salto de 10 mil pessoas. Marconi lembra que não se pode proibir ninguém de prestar concurso, mas o Estado precisa assumir o desafio de lidar com jovens que definem a carreira somente pensando em salário garantido ou em atender a uma expectativa da família. "É um grave problema", reforça.

Servidores com até 30 anos de idade representam 43,6% da carreira em previdência complementar - entre os técnicos, esse índice sobe para 60%. Em órgãos como o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), quatro em cada 10 concursados pertencem a essa faixa etária, atuando ou não em cargos relacionados à formação de origem. 


A preocupação com os jovens concursados não tem nada a ver com a idade em si ou mesmo com a trajetória de cada um, destaca a mestre em psicologia Rita Brum. Pesa, na avaliação dela, o perigo de se fazer uma escolha quase sempre definitiva, sem levar em conta a vocação. "Há pessoas com perfil para o serviço público, mas o que vemos são jovens em busca de uma felicidade que não se sustenta", afirma. "Estabilidade e segurança não são sinônimos desatisfação pessoal", emenda a sócia-diretora da Rhaiz Recursos Humanos.

FONTE:




http://oab-rj.jusbrasil.com.br/noticias/100554749/juventude-invade-o-setor-publico

 

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